Carta 4 – Nenhum mal é verdadeiramente grande quando é o último

Prossegue a vida que encetaste, apressa-te quanto puderes, para mais tempo te ser dado usufruir de um espírito correto e equilibrado. Mesmo enquanto o corriges e equilibras podes ir usufruindo dele; a contemplação de uma alma livre de toda a mácula e resplandecente, todavia, é um prazer de natureza bem superior! Ainda te lembras, certamente, da alegria que […]

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Carta 3 – Confiar em todos ou não confiar em ninguém é um erro

Dizes-me que entregaste a carta a um amigo teu, para me trazer, mas em seguida aconselhas-me a não trocar impressões com ele sobre quanto te diz respeito, pois nem tu próprio o costumas fazer. Quer dizer, na mesma carta deste-lhe e recusaste-lhe o título de “amigo”. Ora bem: se tu usaste esta palavra não no seu […]

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Carta 2 – Estar em todo o lado é o mesmo que não estar em parte alguma!

Tanto aquilo que me escreves como o que ouço dizer de ti fazem-me ter boas esperanças a teu respeito: não viajas continuamente nem te deixas agitar por constantes deslocações. Um semelhante deambular é indício duma alma doente: eu, de fato, entendo que o primeiro sinal de um espírito bem formado consiste em ser capaz de parar […]

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